Olá pesoal!
Eu sempre gostei da cobertura feita pela televisão espanhola RTVE ao Dakar.
Eles têm programas diários, comentaristas muito bons, repórteres in loco, programas prévios, enfim, muito bom.
Acontece que de uns anos pra cá tá cada vez mais difícil acessar os vídeos.
Mas sempre tem um jeitinho...
Como os vídeos serão baixados diretamente do seu repositório original no site da RTVE, antes será necessário desviar do bloqueio que eles impõe ao acesso destes conteúdos por endereços fora da Espanha. Para isso você pode usar ferramentas de VPN, como o TunnelBear, de proxy como Xroxy, ou ainda as opções de seleção de país do TorBrowser.
No site piraminetlab.com você consegue fazer download em MP4 de todos os vídeos da RTVE.
Por exemplo, para assistir o "esquenta" apresentado em 23/12 com nome "Previo" você precisa apenas acessar a página oficial da RTVE que mostraria este programa;
http://www.rtve.es/alacarta/videos/dakar/rally-dakar-2018-previo/4389699/
Copiar o endereço e colar no espaço reservado e clicar em "calcular".
Em seguida vai aparecer logo abaixo o link com nome "Enlace del video"
Clique com o botão direito e use a opção "copy link location" ou o equivalente no idioma do seu navegador.
A seguir abra uma nova guia no navegador e cole o endereço.
Pronto!
Você pode assistir online via streaming ou fazer dowbnload usando o menu "File", "Save page as".
Se você tiver outras dicas e quiser postar nos comentários a comunidade agradece!!!
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
Dakar 40 - etapa 5
Tá ficando mais e mais emocionante!
Crescem as possibilidades de que o campeão deste ano não seja uma KTM!
Entre os 5 primeiros na classificação geral, cuja diferença está abaixo de 10min, temos 2 Honda, 2 Yamaha e apenas 1 KTM. E entre os 15 primeiros temos 5 KTMs, sendo 4 da equipe oficial.
Van Breveren continua segurando a Yamaha na ponta, mas agora à frente da Honda de Kevin Benavides, porque Pablo Quintanilla sofreu um tombo já no começo da etapa num trecho de praia e chegou 28min52 depois de Joan Barreda o vencedor da etapa de hoje, última no Peru. Vale lembrar que Barrede não está totalmente recuperado de uma lesão que sofreu no punho esquerdo e isso ainda pode atrapalhar pois ainda tem muito chão pela frente.
Antes de Barreda na classificação geral ainda vem Matthias Walkner, praticamente colado em Benavides.
Depois deles vêm De Soultrait, Price, Antoine Meo, Gerard Farres, Pablo Quintanilla e Brabec.
Tradicionalmente a partir desta etapa as mudanças de posição são menos intensas. Salvo por abandono, acidentes ou penalizações, deste ponto em diante já se pode ter uma boa noção de quem de fato tem condições de pódio.
Mudando um pouco de assunto, mas continuando em rally e em Dakar ... (!?!?)
Alguém conhece o Africa Eco Race?
http://www.africarace.com
Enquanto o dakar comemora sua 10ª edição na América do Sul, o "Eco" comemora sua 10ª edição em Dakar!
Isso mesmo!
Para muitos a Africa Eco Race é que é o verdadeiro dakar e não apenas porque termina na cidade de Dakar, mas porque resgatou e mantém uma aura de aventura, com participantes amadores, de mochila às costas e sem a participação de equipes dos fabricantes, evocando as primeiras edições do Paris-Dakar.
Aventura, Este era o clima do rally Paris-Dakar em seu início. Uma bússola, um roadbook, água e uma caixa de ferramentas era a bagagem dos motociclistas aventureiros. Não havia sequer motos fabricadas especificamente para este tipo de utilização. O dakar foi responsável pelo surgimento dos modelos big trail.
No mesmo ano em que o dakar abandona o continente africano nascia a Africa Eco Race, que se propunha não só a percorrer os países anteriormente percorridos pelo dakar, mas comprometia-se também a manter o ‘espírito dakariano’, apelando aos amadores e apostando numa filosofia ecológica, de ajuda mútua e apoio aos povos visitados.
O Eco se propõe a ser mais acessível aos pilotos amadores e tenta manter o espírito de aventura com as especiais quase sempre mais longas que as ligações, sendo muitas vezes a quase totalidade da etapa.
Há pilotos que já correram em ambas, como é o caso de Ullevalseter e Franco Picco.
Isso mesmo! Franco Picco!
O piloto italiano, hoje com 64 anos, foi um dos pioneiros e, apesar de nunca ter vencido, foi também um dos heróis do dakar e de outros grandes rallyes africanos. Subiu três vezes ao pódio no dakar, venceu um par de vezes o Rally dos Faraós e o Rally das Piramides.
Participou do dakar entre 1985 e 1990, fez mais tarde duas participações de carro ainda em África, mas em 2010 voltou para fazer o dakar de moto, e praticamente não parou desde então. Este ano não foi ao dakar, mas está na Africa Eco Race.
Esse é O CARA!!!
E o percurso do Eco deste ano é assim:
Uma rota diversificada com tantos trechos de areia e dunas quanto possível.
Poucos trechos de ligação ou deslocamento e muitas largadas e chegadas direto do bivaque.
Roadbooks precisos e foco em nevegação.
2 etapas em loop (igual ao dakar deste ano...)
Uma etapa de "500 milhas" sem assistência.
Bivaques montados em meio à natureza.
12 etapas com dia de descanso em Dakhla com um total de 6000km.
Hoje rolou a 8ª etapa, entre Chami e Amodjar na Mauritânia, que foi vencida pelo português Luis miguel Anjos Oliveira pilotando uma Yamaha.
O lider na geral é o italiano Paolo Ceci, pilotando uma KTM.
"Il nono" Picco estava em 7º até ontem mas até o momento não consegui ver em que posição chegou na etapa da hoje.
Na primeira etapa, em 2010 foram apenas 3 motos - Marco Capodacqua (KTM), Alberto Dottori (KTM) e Giovanni Stefani (Yamaha), e foi vencido por Marco Capodacqua.
Os resultados seguintes foram:
2011 - Gev Teddy Sella (sul-africano) KTM - 37 competidores
2012 - Oscar Polli (italiano) KTM - 14 competidores
2013 - Martin Fontin (alemão) KTM - 22 competidores
2014 - Michael Pisano (francês) Honda - 23 competidores
2015 - Pal Anders Ullevalseter (norueguês) - 28 competidores, entre eles David Fretigne
2016 - Pal Anders Ullevalseter (norueguês) - 30 participantes
2017 - Gev Teddy Sella (sul-africano) KTM - 37 participantes, entre eles Paolo Ceci e Ullevalseter
Este ano são novamente 37 participantes.
E se o Dakar tem a beleza da espanhola Laia Sanz, o Africa Eco Race tem a francesa Julie Vanneken.
Crescem as possibilidades de que o campeão deste ano não seja uma KTM!
Entre os 5 primeiros na classificação geral, cuja diferença está abaixo de 10min, temos 2 Honda, 2 Yamaha e apenas 1 KTM. E entre os 15 primeiros temos 5 KTMs, sendo 4 da equipe oficial.
Van Breveren continua segurando a Yamaha na ponta, mas agora à frente da Honda de Kevin Benavides, porque Pablo Quintanilla sofreu um tombo já no começo da etapa num trecho de praia e chegou 28min52 depois de Joan Barreda o vencedor da etapa de hoje, última no Peru. Vale lembrar que Barrede não está totalmente recuperado de uma lesão que sofreu no punho esquerdo e isso ainda pode atrapalhar pois ainda tem muito chão pela frente.
Antes de Barreda na classificação geral ainda vem Matthias Walkner, praticamente colado em Benavides.
Depois deles vêm De Soultrait, Price, Antoine Meo, Gerard Farres, Pablo Quintanilla e Brabec.
Tradicionalmente a partir desta etapa as mudanças de posição são menos intensas. Salvo por abandono, acidentes ou penalizações, deste ponto em diante já se pode ter uma boa noção de quem de fato tem condições de pódio.
Mudando um pouco de assunto, mas continuando em rally e em Dakar ... (!?!?)
Alguém conhece o Africa Eco Race?
http://www.africarace.com
Enquanto o dakar comemora sua 10ª edição na América do Sul, o "Eco" comemora sua 10ª edição em Dakar!
Isso mesmo!
Para muitos a Africa Eco Race é que é o verdadeiro dakar e não apenas porque termina na cidade de Dakar, mas porque resgatou e mantém uma aura de aventura, com participantes amadores, de mochila às costas e sem a participação de equipes dos fabricantes, evocando as primeiras edições do Paris-Dakar.
Aventura, Este era o clima do rally Paris-Dakar em seu início. Uma bússola, um roadbook, água e uma caixa de ferramentas era a bagagem dos motociclistas aventureiros. Não havia sequer motos fabricadas especificamente para este tipo de utilização. O dakar foi responsável pelo surgimento dos modelos big trail.
No mesmo ano em que o dakar abandona o continente africano nascia a Africa Eco Race, que se propunha não só a percorrer os países anteriormente percorridos pelo dakar, mas comprometia-se também a manter o ‘espírito dakariano’, apelando aos amadores e apostando numa filosofia ecológica, de ajuda mútua e apoio aos povos visitados.
O Eco se propõe a ser mais acessível aos pilotos amadores e tenta manter o espírito de aventura com as especiais quase sempre mais longas que as ligações, sendo muitas vezes a quase totalidade da etapa.
Há pilotos que já correram em ambas, como é o caso de Ullevalseter e Franco Picco.
Isso mesmo! Franco Picco!
O piloto italiano, hoje com 64 anos, foi um dos pioneiros e, apesar de nunca ter vencido, foi também um dos heróis do dakar e de outros grandes rallyes africanos. Subiu três vezes ao pódio no dakar, venceu um par de vezes o Rally dos Faraós e o Rally das Piramides.
Participou do dakar entre 1985 e 1990, fez mais tarde duas participações de carro ainda em África, mas em 2010 voltou para fazer o dakar de moto, e praticamente não parou desde então. Este ano não foi ao dakar, mas está na Africa Eco Race.
Esse é O CARA!!!
E o percurso do Eco deste ano é assim:
Uma rota diversificada com tantos trechos de areia e dunas quanto possível.
Poucos trechos de ligação ou deslocamento e muitas largadas e chegadas direto do bivaque.
Roadbooks precisos e foco em nevegação.
2 etapas em loop (igual ao dakar deste ano...)
Uma etapa de "500 milhas" sem assistência.
Bivaques montados em meio à natureza.
12 etapas com dia de descanso em Dakhla com um total de 6000km.
Hoje rolou a 8ª etapa, entre Chami e Amodjar na Mauritânia, que foi vencida pelo português Luis miguel Anjos Oliveira pilotando uma Yamaha.
O lider na geral é o italiano Paolo Ceci, pilotando uma KTM.
"Il nono" Picco estava em 7º até ontem mas até o momento não consegui ver em que posição chegou na etapa da hoje.
Na primeira etapa, em 2010 foram apenas 3 motos - Marco Capodacqua (KTM), Alberto Dottori (KTM) e Giovanni Stefani (Yamaha), e foi vencido por Marco Capodacqua.
Os resultados seguintes foram:
2011 - Gev Teddy Sella (sul-africano) KTM - 37 competidores
2012 - Oscar Polli (italiano) KTM - 14 competidores
2013 - Martin Fontin (alemão) KTM - 22 competidores
2014 - Michael Pisano (francês) Honda - 23 competidores
2015 - Pal Anders Ullevalseter (norueguês) - 28 competidores, entre eles David Fretigne
2016 - Pal Anders Ullevalseter (norueguês) - 30 participantes
2017 - Gev Teddy Sella (sul-africano) KTM - 37 participantes, entre eles Paolo Ceci e Ullevalseter
Este ano são novamente 37 participantes.
E se o Dakar tem a beleza da espanhola Laia Sanz, o Africa Eco Race tem a francesa Julie Vanneken.
Marcadores:
Africa Eco Race,
BigTrail,
dakar,
Joan Barreda,
Julie Vanneken,
ktm,
laia sanz
terça-feira, 9 de janeiro de 2018
Dakar 40 - Etapa 4
Olá dakarianos de plantão!
Mais reviravoltas na etapa de hoje.
A largada foi um pouco diferente. Os pilotos largaram em grupos de 15 ao mesmo tempo e cada grupo largou 5min depois do anterior. Isso, além de reduzir vantagens e desvantagens entre os 15 primeiros, nitidamente beneficia o segundo grupo. Por exemplo, Sunderland teria a desvantagem de abrir pista sem nenhum rastro diante de si, ao passo que Gerard Farres largaria em 3º e teria diante de si as trilhas de Sunderland e Walkner como referências. Pois isso foi o que não aconteceu. A mesma dificuldade enfrentada por Sunderland foi compartilhada por todos os outros 14 que largaram lado a lado com ele. Se eu fosse o José Antonio Cornejo Florimo, piloto chileno de 24 aninhos que participou apenas em 2016 e abandonou na 5 etapa, e que entrou este ano na vaga deixada por Paulo Gonçalves, esqueceria o roadbook e faria o que fosse possível para grudar sua Honda na traseira de Sunderland. É uma oportunidade que só este tipo de largada proporciona.
Já o segundo grupo contava com 15 trilhas diante de si para referência. É claro que em seguida as trilhas vão se separando umas das outras, mas não deixa de ser uma referência a mais além do roadbook. E parece que o pessoal do segundo pelotão soube aproveitar isso, pois já no primeiro WP as 4 primeiras posições eram ocupadas por pilotos que largaram no segundo grupo, Barreda, Van Beveren, Nevado (um estreante de Gas-Gas) e Soultrait. Nevado deve ter feito o que eu sugeri... nem olhou para o roadbook e se ocupou em não descolar de Barreda e Van Beveren, mas chegou um momento em que seus pontos de referência se separaram e ele teve que escolher um. Escolheu o errado...
Observe o que aconteceu com Sunderland e Matthias Walkner.
Largaram juntos, passaram pelo WP1 com uma diferença de 10s entre eles, no WP3 a diferença era 36s, no WP4 Sunderlad ficou pra trás 2min26, baixou oara 1min36 no WP5, passaram praticamente juntos no WP6, mas... Sunderland acabou sofrendo um acidente na parte final e foi obrigado abandonando o dakar. Foi levado ao hospital de helicóptero com fortes dores nas costas. Tomara que não tenha sido grave.
Barreda também foi vítima de alguma coisa que ainda não foi divulgada. Ele vinha nas 3 primeiras posições até o WP6 quando passou a 6s de Van Beveren mas termonou em 10º 10min depois do líder Van Beveren, que soube se beneficiar de largar no segundo grupo, se manteve grudado em Barreda e quando este falhou assumiu a liderança.
A etapa terminou assim:
1 Van Beveren (Yamaha)
2 Soultrait (Yamaha) +5:01
3 Walkner (KTM) +7:10
4 Quintanilla (Husqvarna) +7:32
5 Svitko (KTM) +7:45
6 Daniel Carreras (KTM) +8:39
7 Florimo (Honda) +8:45
8 Benavides (Honda) +9:14
9 Barreda (Honda) +10:00
10 Gerard Farres (KTM) +10:11
E na classificação geral Van Beveren assume a liderança com 1min55 a frente de Quintanilla e 3min15 de Benavides. Atrás deles vêm Walkner (+5:23), De soultrait (+7:34), Price (+10:14), Florimo (+12:06), Caimi (+12:48), Gerard Farres (+13:05) e Antoine Meo (+13:47). Barreda precisa recuperar ainda 22min08 se quiser assumir a liderança, e só conseguiu recuperar 40s na etapa de hoje. Será que vai dar?
Continuamos ligados...
Mais reviravoltas na etapa de hoje.
A largada foi um pouco diferente. Os pilotos largaram em grupos de 15 ao mesmo tempo e cada grupo largou 5min depois do anterior. Isso, além de reduzir vantagens e desvantagens entre os 15 primeiros, nitidamente beneficia o segundo grupo. Por exemplo, Sunderland teria a desvantagem de abrir pista sem nenhum rastro diante de si, ao passo que Gerard Farres largaria em 3º e teria diante de si as trilhas de Sunderland e Walkner como referências. Pois isso foi o que não aconteceu. A mesma dificuldade enfrentada por Sunderland foi compartilhada por todos os outros 14 que largaram lado a lado com ele. Se eu fosse o José Antonio Cornejo Florimo, piloto chileno de 24 aninhos que participou apenas em 2016 e abandonou na 5 etapa, e que entrou este ano na vaga deixada por Paulo Gonçalves, esqueceria o roadbook e faria o que fosse possível para grudar sua Honda na traseira de Sunderland. É uma oportunidade que só este tipo de largada proporciona.
Já o segundo grupo contava com 15 trilhas diante de si para referência. É claro que em seguida as trilhas vão se separando umas das outras, mas não deixa de ser uma referência a mais além do roadbook. E parece que o pessoal do segundo pelotão soube aproveitar isso, pois já no primeiro WP as 4 primeiras posições eram ocupadas por pilotos que largaram no segundo grupo, Barreda, Van Beveren, Nevado (um estreante de Gas-Gas) e Soultrait. Nevado deve ter feito o que eu sugeri... nem olhou para o roadbook e se ocupou em não descolar de Barreda e Van Beveren, mas chegou um momento em que seus pontos de referência se separaram e ele teve que escolher um. Escolheu o errado...
Observe o que aconteceu com Sunderland e Matthias Walkner.
Largaram juntos, passaram pelo WP1 com uma diferença de 10s entre eles, no WP3 a diferença era 36s, no WP4 Sunderlad ficou pra trás 2min26, baixou oara 1min36 no WP5, passaram praticamente juntos no WP6, mas... Sunderland acabou sofrendo um acidente na parte final e foi obrigado abandonando o dakar. Foi levado ao hospital de helicóptero com fortes dores nas costas. Tomara que não tenha sido grave.
Barreda também foi vítima de alguma coisa que ainda não foi divulgada. Ele vinha nas 3 primeiras posições até o WP6 quando passou a 6s de Van Beveren mas termonou em 10º 10min depois do líder Van Beveren, que soube se beneficiar de largar no segundo grupo, se manteve grudado em Barreda e quando este falhou assumiu a liderança.
A etapa terminou assim:
1 Van Beveren (Yamaha)
2 Soultrait (Yamaha) +5:01
3 Walkner (KTM) +7:10
4 Quintanilla (Husqvarna) +7:32
5 Svitko (KTM) +7:45
6 Daniel Carreras (KTM) +8:39
7 Florimo (Honda) +8:45
8 Benavides (Honda) +9:14
9 Barreda (Honda) +10:00
10 Gerard Farres (KTM) +10:11
E na classificação geral Van Beveren assume a liderança com 1min55 a frente de Quintanilla e 3min15 de Benavides. Atrás deles vêm Walkner (+5:23), De soultrait (+7:34), Price (+10:14), Florimo (+12:06), Caimi (+12:48), Gerard Farres (+13:05) e Antoine Meo (+13:47). Barreda precisa recuperar ainda 22min08 se quiser assumir a liderança, e só conseguiu recuperar 40s na etapa de hoje. Será que vai dar?
Continuamos ligados...
Dakar 40 - Etapas 2 e 3
Olá galera!
Ontem tivemos a segunda etapa em Pisco. Foram 267Km de especial num percurso que saiu e voltou a Pisco.
Sunderland que terminou a primeira etapa liderando foi o primeiro a largar em busca dos 5 Way Points que o separavam da linha de chegada. Ele enfrentou problema no início da etapa e passou em 16º no WP1. Novas regras este ano determinam que os pilotos de ponta largam a intervalos de 3min ao invés de 2 como era até o ano passado, isso para dificultar a estratégia de quem está à frente na classificação geral apenas seguir quem está logo atrás. Faz sentido. Já vi isso acontecer várias vezes.
Sunderland passou o resto da etapa num esforço de recuperação e fechou em 7º.
Van Beveren foi bem estável. Largou em segundo, chegou a passar na liderança nos WP 2 e 3, e fechou a etapa como começou, em segundo.
O dia foi bom para Barreda e sua Honda. Largou em 4º e alcançou a liderança no WP4, mantendo esta posição até o final da etapa.
Melhor ainda foi o dia para Walkner, Metge e Price. Juntos eles recuperaram 22 posições, terminando em 3º, 4º e 10º respectivamente.
A etapa terminou assim:
1 BARREDA - HONDA 2:56:44
2 VAN BEVEREN - YAMAHA +02min54
3 WALKNER - KTM +04min24
4 METGE - HONDA +04min39
5 KEVIN BENAVIDES - HONDA +05min43
6 PABLO QUINTANILLA - HUSQVARNA +05min45
7 SUNDERLAND - KTM +06min01
8 DE SOULTRAIT - YAMAHA +06min12
9 CAIMI - YAMAHA +06min36
10 PRICE - KTM +06min40
Na geral Barreda tomou a frente, seguido por Van Beveren (+2min30), Walkner (+4min50), Sunderland (+5min04) e Pablo Quintanilla (+5min44).
A etapa de hoje foi de Pisco a San Juan de Marcona, com uma especial de 296km.
Vários pilotos não tiveram tempos divulgados principalmente nos WP1 e 2.
Barreda largou na frente e foi bem até o último WP, mas se perdeu a seguir e rodou por 15km fora da rota, o que lhe custou 28min e o fez cair de 1º para 14º, 22min45 atrás do de novo líder Sunderland.
E não foi só Sunderland quem recuperou posições, todos os 10 primeiros nesta etapa chegaram em uma posição melhor da que largaram.
Sunderland largou em 7º e chegou em 1º.
Benavides largou em 5º e chegou em 2º (+03min03)
Price largou em 10º e chegou em 3º (+03min28)
Brabec largou em 12º e chegou em 4º (+03min:55)
Quintanilla largou em 6º e chegou em 5º (+04min20)
Gerard Farres largou em 15º e chogou em 6º (+05min08)
Svitko largouem 18º e chegou em 7º (+06min03)
Antoine Meo largou em 13º e chegou em 8º (+06min23)
Florimo largou em 14º e chegou em 9º (+07min06)
Jager largou em 28º e chegou em 10º (+08min27)
No final do dia a classificação geral ficou assim:
1 SAM SUNDERLAND (KTM)
2 KEVIN BENAVIDES (HONDA) +00:04:38
3 PABLO QUINTANILLA (HUSQVARNA) +00:05:00
4 TOBY PRICE (KTM) +00:07:28
5 RICKY BRABEC (HONDA) +00:08:00
6 MATTHIAS WALKNER (KTM) +00:08:50
7 ADRIEN VAN BEVEREN (YAMAHA) +00:10:37
8 ANTOINE MEO (KTM) +00:10:54
9 FRANCO CAIMI (YAMAHA) +00:13:02
10 XAVIER DE SOULTRAIT (YAMAHA) +00:13:10
Temos apenas 4 KTMs nas primeiras 10 posições, será que a hegemonia vai cair este ano?
Será que Barreda vai conseguir recuperar o tempo perdido nesta terceira etapa?
Price, Pedrero e Svitko vêm numa forte crescente, será que vão conseguir manter?
Amanhã tem mais.
Vamos acompanhar!!!
Ontem tivemos a segunda etapa em Pisco. Foram 267Km de especial num percurso que saiu e voltou a Pisco.
Sunderland que terminou a primeira etapa liderando foi o primeiro a largar em busca dos 5 Way Points que o separavam da linha de chegada. Ele enfrentou problema no início da etapa e passou em 16º no WP1. Novas regras este ano determinam que os pilotos de ponta largam a intervalos de 3min ao invés de 2 como era até o ano passado, isso para dificultar a estratégia de quem está à frente na classificação geral apenas seguir quem está logo atrás. Faz sentido. Já vi isso acontecer várias vezes.
Sunderland passou o resto da etapa num esforço de recuperação e fechou em 7º.
Van Beveren foi bem estável. Largou em segundo, chegou a passar na liderança nos WP 2 e 3, e fechou a etapa como começou, em segundo.
O dia foi bom para Barreda e sua Honda. Largou em 4º e alcançou a liderança no WP4, mantendo esta posição até o final da etapa.
Melhor ainda foi o dia para Walkner, Metge e Price. Juntos eles recuperaram 22 posições, terminando em 3º, 4º e 10º respectivamente.
A etapa terminou assim:
1 BARREDA - HONDA 2:56:44
2 VAN BEVEREN - YAMAHA +02min54
3 WALKNER - KTM +04min24
4 METGE - HONDA +04min39
5 KEVIN BENAVIDES - HONDA +05min43
6 PABLO QUINTANILLA - HUSQVARNA +05min45
7 SUNDERLAND - KTM +06min01
8 DE SOULTRAIT - YAMAHA +06min12
9 CAIMI - YAMAHA +06min36
10 PRICE - KTM +06min40
Na geral Barreda tomou a frente, seguido por Van Beveren (+2min30), Walkner (+4min50), Sunderland (+5min04) e Pablo Quintanilla (+5min44).
A etapa de hoje foi de Pisco a San Juan de Marcona, com uma especial de 296km.
Vários pilotos não tiveram tempos divulgados principalmente nos WP1 e 2.
Barreda largou na frente e foi bem até o último WP, mas se perdeu a seguir e rodou por 15km fora da rota, o que lhe custou 28min e o fez cair de 1º para 14º, 22min45 atrás do de novo líder Sunderland.
E não foi só Sunderland quem recuperou posições, todos os 10 primeiros nesta etapa chegaram em uma posição melhor da que largaram.
Sunderland largou em 7º e chegou em 1º.
Benavides largou em 5º e chegou em 2º (+03min03)
Price largou em 10º e chegou em 3º (+03min28)
Brabec largou em 12º e chegou em 4º (+03min:55)
Quintanilla largou em 6º e chegou em 5º (+04min20)
Gerard Farres largou em 15º e chogou em 6º (+05min08)
Svitko largouem 18º e chegou em 7º (+06min03)
Antoine Meo largou em 13º e chegou em 8º (+06min23)
Florimo largou em 14º e chegou em 9º (+07min06)
Jager largou em 28º e chegou em 10º (+08min27)
No final do dia a classificação geral ficou assim:
1 SAM SUNDERLAND (KTM)
2 KEVIN BENAVIDES (HONDA) +00:04:38
3 PABLO QUINTANILLA (HUSQVARNA) +00:05:00
4 TOBY PRICE (KTM) +00:07:28
5 RICKY BRABEC (HONDA) +00:08:00
6 MATTHIAS WALKNER (KTM) +00:08:50
7 ADRIEN VAN BEVEREN (YAMAHA) +00:10:37
8 ANTOINE MEO (KTM) +00:10:54
9 FRANCO CAIMI (YAMAHA) +00:13:02
10 XAVIER DE SOULTRAIT (YAMAHA) +00:13:10
Temos apenas 4 KTMs nas primeiras 10 posições, será que a hegemonia vai cair este ano?
Será que Barreda vai conseguir recuperar o tempo perdido nesta terceira etapa?
Price, Pedrero e Svitko vêm numa forte crescente, será que vão conseguir manter?
Amanhã tem mais.
Vamos acompanhar!!!
Marcadores:
dakar,
Joan Barreda,
Sunderland
sábado, 6 de janeiro de 2018
Dakar 40 - Etapa 1
Olá dakarianos!
Começou!
Terminou a pouco a primeira etapa do DKR40.
Esta primeira etapa foi de somente 31km cronometrados em dunas a pouco mais de 10km do litoral peruano.
A largada desta primeira etapa sempre é feita de trás pre frente, ou seja, seguindo a numeração de cada piloto, largam aqueles com os números mais altos. O francês Bruno Scheurer com o número 167 abre pista às 12:31:30, hora local, e o campeão do ano passado Sam Sunderland, larga às 14:05:30.
Esta especial curtinha serve para aquecer e para estabelecer a ordem de largada para etapa de amanhã.
Mesmo assim, vários pilotos já enfrentaram problemas e perderam muito tempo. Bruno Scheurer até que se saiu bem, levando 39min32 para fechar a especial
E terminou assim:
1 SAM SUNDERLAND - KTM
2 ADRIEN VAN BEVEREN - YAMAHA
3 PABLO QUINTANILLA - HUSQVARNA
4 JOAN BARREDA BORT - HONDA
5 XAVIER DE SOULTRAIT - YAMAHA
6 MATTHIAS WALKNER - KTM
7 FRANCO CAIMI - YAMAHA
8 DANIEL NOSIGLIA JAGER - KTM
9 ANTOINE MEO - KTM
10 KEVIN BENAVIDES - HONDA
É normal estas 10 primeiras posições se alternarem bastante no início da competição, e este ano Marc Coma preparou 7 etapas só de dunas sendo 5 delas no Peru. Espera-se que a capacidade de navegação seja testada ao extremo!
Tivemos uma baixa já nesta primeira etapa. O português Joaquim Rodrigues chegou forte demais com sua Hero numa duna e apagou na aterrissagem. Foi removido de helicóptero já desperto mas ainda não temos muitas notícias sobre o estado do piloto.
Estamos só começando, mas já começam as especulações para o próximo ano...
Todo mundo já sabe que a Peugeot fecha este ano sua participação com equipe oficial. Será que a mala do FDP Despres volta pras motos?
Andam dizendo por ai que, a exemplo do que aconteceu eu 1992, parece que o dakar vai cruzar o equador. Andam dizendo que a largada vai ser no Chile, passa por Argentina, Bolivia, Peru e vai terminar no Equador. Será?
E a gente sempre acha novidades.
Eis que aparecem 2 espanhóis pilotando uma moto da marca "Alfer". Alguém conhece?
Procurei pra caramba, mas só consegui descobrir que a marca é espanhola e usa motor KTM. Vamos ver até onde ela vai... Mas ao ver absolutos desconhecidos como estes figurando na lista de participantes deste que é sem dúvida o maior evento de rally do mundo, me pergunto porque fabricantes como Ducati e Triumph seguem simplesmente ignorando este evento, e também porque outros fabricantes até consagrados no Dakar também não investem em equipes oficiais. Temos 2 Kawasaki e 1 Suzuki e tenho certeza de que os pilotos contam com nada ou quase nada de appoio dos fabricantes. A BMW já ganhou 6 vezes o Dakar e este ano não tem nenhuma moto competindo. É triste ver uma competição deste porte se resumir a poucas marcas.
Começou!
Terminou a pouco a primeira etapa do DKR40.
Esta primeira etapa foi de somente 31km cronometrados em dunas a pouco mais de 10km do litoral peruano.
A largada desta primeira etapa sempre é feita de trás pre frente, ou seja, seguindo a numeração de cada piloto, largam aqueles com os números mais altos. O francês Bruno Scheurer com o número 167 abre pista às 12:31:30, hora local, e o campeão do ano passado Sam Sunderland, larga às 14:05:30.
Esta especial curtinha serve para aquecer e para estabelecer a ordem de largada para etapa de amanhã.
Mesmo assim, vários pilotos já enfrentaram problemas e perderam muito tempo. Bruno Scheurer até que se saiu bem, levando 39min32 para fechar a especial
E terminou assim:
1 SAM SUNDERLAND - KTM
2 ADRIEN VAN BEVEREN - YAMAHA
3 PABLO QUINTANILLA - HUSQVARNA
4 JOAN BARREDA BORT - HONDA
5 XAVIER DE SOULTRAIT - YAMAHA
6 MATTHIAS WALKNER - KTM
7 FRANCO CAIMI - YAMAHA
8 DANIEL NOSIGLIA JAGER - KTM
9 ANTOINE MEO - KTM
10 KEVIN BENAVIDES - HONDA
É normal estas 10 primeiras posições se alternarem bastante no início da competição, e este ano Marc Coma preparou 7 etapas só de dunas sendo 5 delas no Peru. Espera-se que a capacidade de navegação seja testada ao extremo!
Tivemos uma baixa já nesta primeira etapa. O português Joaquim Rodrigues chegou forte demais com sua Hero numa duna e apagou na aterrissagem. Foi removido de helicóptero já desperto mas ainda não temos muitas notícias sobre o estado do piloto.
Estamos só começando, mas já começam as especulações para o próximo ano...
Todo mundo já sabe que a Peugeot fecha este ano sua participação com equipe oficial. Será que a mala do FDP Despres volta pras motos?
Andam dizendo por ai que, a exemplo do que aconteceu eu 1992, parece que o dakar vai cruzar o equador. Andam dizendo que a largada vai ser no Chile, passa por Argentina, Bolivia, Peru e vai terminar no Equador. Será?
E a gente sempre acha novidades.
Eis que aparecem 2 espanhóis pilotando uma moto da marca "Alfer". Alguém conhece?
Procurei pra caramba, mas só consegui descobrir que a marca é espanhola e usa motor KTM. Vamos ver até onde ela vai... Mas ao ver absolutos desconhecidos como estes figurando na lista de participantes deste que é sem dúvida o maior evento de rally do mundo, me pergunto porque fabricantes como Ducati e Triumph seguem simplesmente ignorando este evento, e também porque outros fabricantes até consagrados no Dakar também não investem em equipes oficiais. Temos 2 Kawasaki e 1 Suzuki e tenho certeza de que os pilotos contam com nada ou quase nada de appoio dos fabricantes. A BMW já ganhou 6 vezes o Dakar e este ano não tem nenhuma moto competindo. É triste ver uma competição deste porte se resumir a poucas marcas.
sexta-feira, 5 de janeiro de 2018
Dakar 2018 - 40 anos!
Olá pessoal!
Esta vai ser a edição comemorativa dos 40 anos de dakar! E 10ª americana.
É a mais longa e mais dura prova de rally do mundo.
Até 2008 a prova acontecia entre a Europa e a África, com a maior parte das edições terminando nas praias da capital do Senegal, Dakar, após a passagem pelo deserto do Saara.
Em 2009 o Dakar passou para a América do Sul.
Alguns vídeos do túnel do tempo...
Cyril Neveu de Honda e Hubert Auriol de Cagiva eram os favoritos para a edição de 1987. No hall de honra, apelidado de "O Africano" e bi-campeão com a BMW Auriol atacou forte a Neveu, que ostentava quatro títulos, incluindo a primeira edição. Auriol assumiu a liderança, ganhou quatro etapas e abriu vantagem. Na penúltima etapa quando dominava a classificação geral o sonho de vitória foi esmagados por uma queda a apenas 20 quilômetros da linha de chegada. Devido à violência do acidente, Auriol quebrou os dois tornozelos, mas encontrou a coragem necessária para subir na moto e chegar ao final do etapa antes de retirar-se oficialmente da corrida Após sua recuperação e retorno, em 1992, ele se tornou o primeiro piloto campeão em carros e motos.
Também é de 1992 aquela imagem de uma Cagiva atolada até a metade.
Naquele ano pela primeira vez o Dakar cruzou o equador e levou os pilotos ao sul do continente africano, com a linha de chegada situada em Cape Town, África do Sul. Na Namíbia, a corrida foi bloqueada por uma enchente repentina de um rio. O primeiro a chegar ao local foi Peterhansel que quase não conseguiu sair. O americano Danny Laporte foi quem protagonizou a cena da Cagiva atolada, e teve que ser puxado do rio por um helicóptero.
E o que tem de novo este ano?
Nas equipes de ponta não há muitas mudanças.
Algumas curiosidades...
Quem andou dando uma olhada na lista dos 142 pilotos deve ter notado que alguns deles têm um "distintivo" no canto superior direito da foto.
O azul é de Rookie, que significa novato ou estreante. Temos 42 deles este ano.
O amarelo é de Legend. Quando um piloto acumula mais de 10 participações a organização concede esta honraria eo piloto recebe um premio na rampa de largada. São 8 as lendas dakarianas participando na categoria motos este ano:
O português Paulo Gonçalves, que próximo dos 39 anos vai largar seu 12º dakar. Iniciou em 2006 de Honda, exceto os anos de 2010 e 2011 quando foi de BMW, e 2012 e 2013 de Husqvarna, todos os demais foram de Honda, inclusive em 2014 ele protagonizou a cena impressionante da Honda incendiando em pleno deserto. Nestes 11 dakares foram 4 abandonos, vitória em 3 etapas e sua melhor posição final foi segundo em 2015.
O espanhol Juan Pedrero Garcia, que perto dos 38 anos já participou 9, iniciou de KTM em 2009, trocou pra Sherco em 2014, um teste com a Yamaha no ano seguinte, e voltou pra Sherco, com a qual vai tentar melhorar o 5º lugar que conquistou em 2011 e 2013.
O francês Olivier Pain, 36 anos, também acumula 10 dakares de experiência. Iniciou em 2006 pilotando uma Yamaha, masca a que se manteve fiel até 2016, quando optou por uma KTM. Havia decidido parar e focou de fora em 2017, mas volta de KTM este ano e agora na modalidade Marathon, sem a possibilidade de trocar os principais componentes da moto, tais como motor, amortecedores, chassis, etc. Tem apenas 2 abandonos na carreira, liderou a competição durante 4 dias em 2013, quando terminou em 6º, e sua melhor classificação final foi 3º em 2014.
David Pabiska, 34, é tcheco e vem para seu 11º dakar pilotando uma KTM, também na categoria marathon. Já terminou em 12º em 2012 mas na categoria caminhões. Confesso é que uma lenda meio desconhecida pra mim...
Jurgen Van Den Goorbergh, holandês de 48 anos, também vem para seu 10º dakar pilotando uma KTM. Desde 2009 já competiu de carro e de caminhão, e foi vencedor em 2016 na categoria malle-moto, na qual você compete absolutamente sozinho, sem mecânico, sem equipe, sem ninguém mais!
O uruguaio Laurent Lazard, 39, vem para seu 12º dakar também pilotando uma KTM. Nunca foi muito bem, sua melhor colocação foi 32º, mas só tem 2 abandonos. Fraturou uma costela no ano passado e não vem em sua melhor condição física então, o objetivo é terminar.
Patrice Carillon, francês de 53 anos, também vem para seu 12º dakar e só com 2 abandonos. O mais velho das Legendas correu seu primeiro dakar em 2003 e também vem de KTM este ano.
E para fechar o time, o sérvio Gabor Saghmeister de 46 anos larga seu 10º dakar também em uma KTM.
Então é isso.
Começa amanhã!
Vamos acompanhar?
PS.
Paulo Gonçalves está fora!😯
O português sofreu uma lesão no ombro em treinos ainda em Portugal.
Chegou até a realizar os treinos oficiais dias antes do 40º Dakar, mas as fortes dores o deixaram de fora este ano.
Que pena...
Esta vai ser a edição comemorativa dos 40 anos de dakar! E 10ª americana.
É a mais longa e mais dura prova de rally do mundo.
Até 2008 a prova acontecia entre a Europa e a África, com a maior parte das edições terminando nas praias da capital do Senegal, Dakar, após a passagem pelo deserto do Saara.
Em 2009 o Dakar passou para a América do Sul.
Alguns vídeos do túnel do tempo...
Também é de 1992 aquela imagem de uma Cagiva atolada até a metade.
Naquele ano pela primeira vez o Dakar cruzou o equador e levou os pilotos ao sul do continente africano, com a linha de chegada situada em Cape Town, África do Sul. Na Namíbia, a corrida foi bloqueada por uma enchente repentina de um rio. O primeiro a chegar ao local foi Peterhansel que quase não conseguiu sair. O americano Danny Laporte foi quem protagonizou a cena da Cagiva atolada, e teve que ser puxado do rio por um helicóptero.
E o que tem de novo este ano?
Nas equipes de ponta não há muitas mudanças.
Algumas curiosidades...
Quem andou dando uma olhada na lista dos 142 pilotos deve ter notado que alguns deles têm um "distintivo" no canto superior direito da foto.
O azul é de Rookie, que significa novato ou estreante. Temos 42 deles este ano.
O amarelo é de Legend. Quando um piloto acumula mais de 10 participações a organização concede esta honraria eo piloto recebe um premio na rampa de largada. São 8 as lendas dakarianas participando na categoria motos este ano:
O português Paulo Gonçalves, que próximo dos 39 anos vai largar seu 12º dakar. Iniciou em 2006 de Honda, exceto os anos de 2010 e 2011 quando foi de BMW, e 2012 e 2013 de Husqvarna, todos os demais foram de Honda, inclusive em 2014 ele protagonizou a cena impressionante da Honda incendiando em pleno deserto. Nestes 11 dakares foram 4 abandonos, vitória em 3 etapas e sua melhor posição final foi segundo em 2015.
O espanhol Juan Pedrero Garcia, que perto dos 38 anos já participou 9, iniciou de KTM em 2009, trocou pra Sherco em 2014, um teste com a Yamaha no ano seguinte, e voltou pra Sherco, com a qual vai tentar melhorar o 5º lugar que conquistou em 2011 e 2013.
O francês Olivier Pain, 36 anos, também acumula 10 dakares de experiência. Iniciou em 2006 pilotando uma Yamaha, masca a que se manteve fiel até 2016, quando optou por uma KTM. Havia decidido parar e focou de fora em 2017, mas volta de KTM este ano e agora na modalidade Marathon, sem a possibilidade de trocar os principais componentes da moto, tais como motor, amortecedores, chassis, etc. Tem apenas 2 abandonos na carreira, liderou a competição durante 4 dias em 2013, quando terminou em 6º, e sua melhor classificação final foi 3º em 2014.
David Pabiska, 34, é tcheco e vem para seu 11º dakar pilotando uma KTM, também na categoria marathon. Já terminou em 12º em 2012 mas na categoria caminhões. Confesso é que uma lenda meio desconhecida pra mim...
Jurgen Van Den Goorbergh, holandês de 48 anos, também vem para seu 10º dakar pilotando uma KTM. Desde 2009 já competiu de carro e de caminhão, e foi vencedor em 2016 na categoria malle-moto, na qual você compete absolutamente sozinho, sem mecânico, sem equipe, sem ninguém mais!
O uruguaio Laurent Lazard, 39, vem para seu 12º dakar também pilotando uma KTM. Nunca foi muito bem, sua melhor colocação foi 32º, mas só tem 2 abandonos. Fraturou uma costela no ano passado e não vem em sua melhor condição física então, o objetivo é terminar.
Patrice Carillon, francês de 53 anos, também vem para seu 12º dakar e só com 2 abandonos. O mais velho das Legendas correu seu primeiro dakar em 2003 e também vem de KTM este ano.
E para fechar o time, o sérvio Gabor Saghmeister de 46 anos larga seu 10º dakar também em uma KTM.
Então é isso.
Começa amanhã!
Vamos acompanhar?
PS.
Paulo Gonçalves está fora!😯
O português sofreu uma lesão no ombro em treinos ainda em Portugal.
Chegou até a realizar os treinos oficiais dias antes do 40º Dakar, mas as fortes dores o deixaram de fora este ano.
Que pena...
Marcadores:
Cagiva,
dakar,
Husqvarna,
Paulo Gonçalves,
Uruguay
quarta-feira, 27 de dezembro de 2017
Dakar 2018 - Está chegando....
Está na hora!
40.ª edição!
10 anos na América do Sul!
Infelizmente sem brasileiros nas motos... 😞😞😞
Vamos acompanhar.
Fique ligado.
Assinar:
Postagens (Atom)









