Olá pessoal!
Este post vai ser longo.... então já vou pedindo paciência e desculpas.
Numa sexta-feira, no final de Julho, eu fiz um bate-volta em Florianópolis para resolver uns probleminhas, e no sábado resolvi dar um banho no Cagivão.
Antes mesmo de começar a jogar água olhei um pouco de óleo que se acumulava atrás do cilindro traseiro e pensei... "tá na hora de acabar com este vazamento".
Minha Cagiva sempre vazou um pouco. Seja no lado direito, próximo da tampa ou do sensor de pressão do óleo, ou do esquerdo, que acabava sujando esta região atrás do cilindro traseiro e imediações.
Decisão tomada.
Depois de consultar o pessoal do DesmoGroup, a culpa pelos vazamentos recaía sobre as vedações da tampa do óleo e do sensor de pressão, retentor do eixo do pinhão, juntas das tampas laterais, ou ainda a junta da base do cilindro. Nenhuma destas juntas se encontra na "loja da esquina", e depois de muito procurar encontrei a junta da base do cilindro no ebay. Usada, mas em bom estado. As outras juntas eu mesmo resolvi fabricar. Encontrei um fornecedor de papelão hidráulico com amianto, coisa rara nos dias atuais, pois o contato com o amianto no processo de produção é cancerígeno. Comprei um pedaço grande e recortei todas as juntas que precisaria.
Para retirar a tampa direita é preciso remover todo o conjunto da embreagem, cujo tambor (ou campana para alguns) é preso por uma porca com aperto de 15Kgm, e para retirá-la, além de muita força, é necessário uma ferramenta para travar o tambor, que eu também tive que fabricar.
Mais ainda... tinha um parafuso de fixação do motor ao quadro que, além de muito apertado, estava com a cabeça detonada, e que só saiu graças a um tratamento indicado pelo Ruy (doses homeopáticas de WD40 2x ao dia durante 7 dias, e se não tiver ferramenta pneumática de impacto tem que improvisar batendo e girando).
Com ajuda do meu cunhado, removi o motor e fiz minuciosa limpeza, primeiro com água e sabão, e depois com querosene e pincel de cerdas duras. Como não tenho uma oficina em casa, acabo tendo que improvisar algumas coisas...
Nesse meio tempo, enquanto não chegavam as juntas, o papelão, etc., fui fazendo "melhorias". Eu queria fazer anodização em algumas peças, mas não rolou, pois o processo danificaria as peças que são de uma liga de alumínio com algum outro material. A saída que encontrei foi tinta pó, que é aplicada eletrostaticamente, e o acabamento ficou bem aceitável. Além disso, imitando o trabalho que o Ruy fez, pintei o "DUCATI" em alto relevo nas tampas laterais.
Não foi feito neste mesmo momento, mas vou aproveitar o post para mostrar também que fiz uma melhoria nos filtros de ar, que já tinha mudado anteriormente. O Álvaro alertou que eles poderiam ser afetados por sujeira vindos do pneu dianteiro, e mesmo água de chuva, então montei uma proteção em EVA.
Quando havia trocado o escapamento, aproveitei para instalar sondas lambda. Comprei usadas mesmo, no ferro velho, e instalei uma em cada duto.
Elas vão conectadas a uma chave do tipo HH de 3 posições, e através dela a um hallmeter, que por indicação do Fábio e do Álvaro (O Professor), comprei na Guster.
No final das contas, o vazamento (acredito...) era causado por 6 roscas espanadas que não permitiam a correta vedação da tampa lateral esquerda, e por sorte não precisei desmontar o cilindro. Para reparar estas roscas mais uma vez contei com a colaboração do pessoal do Desmo. O Ruy deu a dica dos reparos, que são fabricados pela Bollhoff, e que eu encontrei vendidos em embalagens de 10 unidades pela EverestMotos no MercadoLivre por R$9,90.
Só que para instalar estes reparos é preciso fazer rosca com um macho de medidas específicas, que não se compra por menos de R$50,00, mas que o Álvaro fez a gentileza de me emprestar e ainda passar preciosas orientações de uso.
Aproveitei para substituir as correias do comando. Originais, da Dayco, as mesmas usadas no Honda Accord (070SP160H), que encontrei na Auto Óleo Niteroi por R$36,00.
Troquei a maioria dos parafusos retirados por outros novos de inox, troquei algumas mangueiras também, e depois de tudo montado o motorzão ficou assim.
Ainda falta alguns pequenos detalhes, mas praticamente é só colocar no lugar e dar umas voltas para ver se o vazamento não volta.
Próximos passos?
1) Fazer um teste com o sensor e medidor de vácuo da Guster;
2) Instalar o sensor óptico da Sensortechnics (Thanks to Stefan and Daniel!!!) que vai acusar entrada na reserva de combustível
3) Instalar as novas bobinas e CDI que comprei na Elefant Adventure Bikes e estão à caminho (Thanks to Dave that was keeping it cool heheheh).
4) Sei lá.... Aceito sugestões!
Até o próximo!
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
E eu ia só dar uma lavadinha...
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Motociclismo em luto
Ontem foi pro andar de cima o italiano Claudio Castiglioni.
Morreu em Varese, sua cidade natal, e sede da Cagiva.
Para quem não sabe, CAGIVA mescla as iniciais de CAstiglioni, GIovani (seu pai) ,e VArese. A CAGIVA foi criada em 1950 por Giovanni Castiglioni, inicialmente como fábrica de peças metálicas, foi herdada por Claudio e seu irmão Gianfranco em 1978, quando mergulhou no ramo de motocicletas. Em 1985 comprou a Ducati e criou as famosas Monster e 916. E 1987 adquiriu a Husvarna, e em 1991 a MV Agusta.
As primeiras 200 unidades da MV Augusta supersport F3 Série Oro que vão sair da fábrica em Varese, irão homenagear ao próprio Claudio Castiglioni.
Nem vou escrever muito mais pois sobram notícias na internet sobre o assunto, mas ressalto que o design, a tecnologia e o empreendedorismo no mundo motociclístico perdem um ícone, um visionário, um verdadeiro filósofo no assunto.
Adio Babbo!!!
Morreu em Varese, sua cidade natal, e sede da Cagiva.
Para quem não sabe, CAGIVA mescla as iniciais de CAstiglioni, GIovani (seu pai) ,e VArese. A CAGIVA foi criada em 1950 por Giovanni Castiglioni, inicialmente como fábrica de peças metálicas, foi herdada por Claudio e seu irmão Gianfranco em 1978, quando mergulhou no ramo de motocicletas. Em 1985 comprou a Ducati e criou as famosas Monster e 916. E 1987 adquiriu a Husvarna, e em 1991 a MV Agusta.
As primeiras 200 unidades da MV Augusta supersport F3 Série Oro que vão sair da fábrica em Varese, irão homenagear ao próprio Claudio Castiglioni.
Nem vou escrever muito mais pois sobram notícias na internet sobre o assunto, mas ressalto que o design, a tecnologia e o empreendedorismo no mundo motociclístico perdem um ícone, um visionário, um verdadeiro filósofo no assunto.
Adio Babbo!!!
sexta-feira, 25 de março de 2011
Transalp - Mais uma BigTrail na estrada
Depois da chegada ao Brasil da Ténéré 1200, é a vez da Honda colocar mais uma carta na mesa.
Diz a lenda que em 1976 um grupo de 6 motociclistas, rodaram os cerca de 3500km que separam Graz (Áustria) de Monaco, e que a Honda, inspirada neste feito, passou a organizar anualmente este passeio batizado de Transalp, e que seria ele justamente o inspirador para o desenvolvimento do modelo, a XL 600V Transalp
Quem se interessar mais pela história desta moto recomendo este site, que tem até um comparativo com a Cagiva 750.
No brasil ela chega para disputar mercado com a V-Strom, G650, XT-660 e outras. A versão completa deve beirar os R$35.000,00, que comparado com estas outras é o mais alto.
O Motor é um V2 52° SOHC de oito válvulas, com injeção eletrônica PGM-FI e refrigeração líquida, oferece potência máxima de 60cv, e pesa 205kg. Só para registrar é amesma potência das nossas Elefante 750 de 20 anos atrás, que já eram 15kg mais "magras"!
Em resumo... para os adeptos (como eu) das BigTrail é mais uma opção no mercado, mas já fica registrado, a quem interessar possa, que não troco pela minha E900 (de jeito nenhum!!!).
Quero aproveitar para registrar e recomendar o blog do Benazzi, mais um cagiveiro fanático e, como todos os demais, gente-fina e de bom gosto.
Até o próximo!
Honda XL700V Transalp
Esta moto, já é bem conhecida no mercado europeu, onde roda desde 1986.Diz a lenda que em 1976 um grupo de 6 motociclistas, rodaram os cerca de 3500km que separam Graz (Áustria) de Monaco, e que a Honda, inspirada neste feito, passou a organizar anualmente este passeio batizado de Transalp, e que seria ele justamente o inspirador para o desenvolvimento do modelo, a XL 600V Transalp
Quem se interessar mais pela história desta moto recomendo este site, que tem até um comparativo com a Cagiva 750.
No brasil ela chega para disputar mercado com a V-Strom, G650, XT-660 e outras. A versão completa deve beirar os R$35.000,00, que comparado com estas outras é o mais alto.
O Motor é um V2 52° SOHC de oito válvulas, com injeção eletrônica PGM-FI e refrigeração líquida, oferece potência máxima de 60cv, e pesa 205kg. Só para registrar é amesma potência das nossas Elefante 750 de 20 anos atrás, que já eram 15kg mais "magras"!
Em resumo... para os adeptos (como eu) das BigTrail é mais uma opção no mercado, mas já fica registrado, a quem interessar possa, que não troco pela minha E900 (de jeito nenhum!!!).
Quero aproveitar para registrar e recomendar o blog do Benazzi, mais um cagiveiro fanático e, como todos os demais, gente-fina e de bom gosto.
Até o próximo!
quinta-feira, 10 de março de 2011
Era bom? Ficou melhor!!!
Olá pessoal!
Desculpem por andar sumido, mas é que a vida anda corrida...
Quem acompanhou o lançamento da Ducati Multistrada 1200 e não ficou babando?
Pois saiba que os italianos danados da Ducati lançaram uma versão especial que conseguiu ficar ainda mais bonita!
Trata-se da Multistrada 1200 S Pikes Peak, versão comemorativa à vitória desta moto na Pikes Peak International Hill Climb.
Esta competição anual acontece na cidade de Colorado Springs (Colorado-US), reúne veículos de todos os tipos, dispostos em categorias diferentes, e tem por objetivo chegar ao topo da montanha no menor tempo possível. Em 2010 Greg Tracy pilotando uma Multistrada com plate 555 fez o percurso que sai de 2862m de altitude até 4300m em 11h46,6.
Ficou lindona não é mesmo?
Até o próximo!
Desculpem por andar sumido, mas é que a vida anda corrida...
Quem acompanhou o lançamento da Ducati Multistrada 1200 e não ficou babando?
Pois saiba que os italianos danados da Ducati lançaram uma versão especial que conseguiu ficar ainda mais bonita!
Trata-se da Multistrada 1200 S Pikes Peak, versão comemorativa à vitória desta moto na Pikes Peak International Hill Climb.
Esta competição anual acontece na cidade de Colorado Springs (Colorado-US), reúne veículos de todos os tipos, dispostos em categorias diferentes, e tem por objetivo chegar ao topo da montanha no menor tempo possível. Em 2010 Greg Tracy pilotando uma Multistrada com plate 555 fez o percurso que sai de 2862m de altitude até 4300m em 11h46,6.
Ficou lindona não é mesmo?
Até o próximo!
sábado, 15 de janeiro de 2011
Dakar 2011 - Acabou!!!
Marc Coma 1°
Cyril Despres 2°
"Chaleco" Lopez 3°
9605Km depois, sendo 5007Km de especial cronometrada, e decorridos os previstos 15 dias, os pilotos devem estar chegando à capital argentina neste momento.
Dos 170 que largaram, apenas 94 chegaram de volta à Buenos Aires.
Vamos a alguns números...
largaram chegaram
56 KTM (33%) 35 KTM (62,5%)
41 YAMAHA (24%) 22 YAMAHA (54%)
29 HONDA (17%) 20 HONDA (69%)
13 APRILIA (7,5%) 7 APRILIA (54%)
10 BMW (6%) 5 BMW (50%)
6 BETA (3,5%)
4 SHERCO ( 2 SHERCO (50%)
3 JINCHENG 1 JINCHENG (33%)
2 Husaberg
2 KAWASAKI
1 RIEJU 1 RIEJU (100%)
1 HUSQUARNA
1 BULTACO
1 JVO
Por curiosidade... Essa tal Rieju é um fabricante italiano. Usa motor Yamaha, chassi da Sherco, radiador da KTM, e por ai vai... Eis um "Frankenstein" que completou o Dakar 2011!
Bad news!
A má surpresa do dia foi protagonizada por "Chaleco" Lopez, que quebrou o amortecedor traseiro de sua moto, perdeu mais de 1h, terminou a etapa em 90° lugar e cedeu 3° lugar na geral para Helder Rodrigues.
A opinião geral é de que este ano a competição ficou mais técnica, prevalecendo a capacidade do piloto sobre a capacidade da moto.
Alguns dizem que o Dakar ficou "mole", e que o pessoal tá até andando mais devagar, mas vejam que a velocidade média de Marc Coma, considerando todas as etapas cronometradas, foi de 99km/h, e em 1998, último ano em que uma Cagiva competiu, Peterhansel percorreu os 5219Km cronometrados em 62h39m, O que dá uma velocidade média de 83km/h. Então...?
Penso que o Dakar mudou. Mas é preciso mudar! É preciso acompanhar a tecnologia de modo que a competição ofereça desafios condizentes e coerentes. Mas é claro que os mais "antigos" e conservadores... tem gente que prefere uma Cagiva ao invés de uma BMW (rsrsrsrsrs)!
E os brazucas?
Zé Hélio abandonou na 6ª etapa, quando fraturou a clavícula no km 55 da especial daquele dia. E o Vicente abandonou na 10ª etapa por problemas mecânicos. Jean de Azevedo, nosso mais experiente piloto, conquistou um 3° na etapa de hoje e terminou com um belo 7° na geral, igualando suas outras duas melhores classificações de 2003 e 2005.
Vamos ver os gráficos?
Este é a classificação dos principais pilotos em cada uma das etapas.
Este é o tempo de cada piloto em relação ao líder na geral.
Este é a quantidade de motos por fabricante entre as 10 primeiras na geral
E o reinado continua...
Pois é, parece que mesmo com as "iniciativas" da organização, a KTM continua absoluta na competição.
Para relembrar... Conquistou a primeira vitória em 2001 nas mãos de Fabrizio Meoni, e desde então só venceu. Naquele ano das 20 primeiras apenas uma única moto era de outro fabricante. Este ano superou a histórica marca de 9 vitórias da Yamaha.
Este ano ainda tivemos 43 motos acima de 450cc, das quais apenas 4 eram de outa marca.
Vamos fazer uma brincadeira? E se não tivesse KTM no Dakar? Ficaria assim:
1° Helder RODRIGUES (PRT) YAMAHA 05:05:20
2° Chaleco LOPEZ (CHL) APRILIA +00:29:25
3° Quinn CODY (USA) HONDA +03:11:50
4° Johan STREET (USA) YAMAHA +05:00:55
5° Daniel GOUET (CHL) HONDA +07:11:24
6° Jordi VILADOMS (ESP) YAMAHA +05:31:47
7° Franz VERHOEVEN (BEL) BMW +05:42:32
8° Javier PIZZOLITO (ARG) HONDA +06:18:01
9° Jose PELLICER (ESP) YAMAHA +08:06:43
10° Mathieu SERRADORI (FRA) HONDA +08:45:36
2° Chaleco LOPEZ (CHL) APRILIA +00:29:25
3° Quinn CODY (USA) HONDA +03:11:50
4° Johan STREET (USA) YAMAHA +05:00:55
5° Daniel GOUET (CHL) HONDA +07:11:24
6° Jordi VILADOMS (ESP) YAMAHA +05:31:47
7° Franz VERHOEVEN (BEL) BMW +05:42:32
8° Javier PIZZOLITO (ARG) HONDA +06:18:01
9° Jose PELLICER (ESP) YAMAHA +08:06:43
10° Mathieu SERRADORI (FRA) HONDA +08:45:36
Estou pensando em propor à organização uma nova regra para dar mais "competitividade" à prova: É proibido usar motos cujo nome do fabricante inicie com "K".
Que acham?
Até o próximo!
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Dakar 2011 - Etapa 9
A etapa de hoje foi... sui generis!
Desculpem mas foi esta a expressão mais adequada que encontrei.
A 9ª etapa saiu de Copiapó e voltou a Copiapó!
Foi um "passeio" de 235Km pelo Atacama.
Às 08h30 a largada foi mais ou menos alinhada!
Como todos sabem, no Dakar o primeiro a largar é o melhor classificado na etapa anterior, e os demais vão saindo, seguindo a mesma ordem, a intervalos de 2min. Pois hoje foi diferente.
No estilo motocross, largaram alinhados os 10 melhores classificados na geral, depois, a intervalos de 5min., largavam alinhados grupos de 20 motos.
E ai começou a bagunça...
Os únicos que se mantiveram entre os 10 primeiros do início ao final foram Frans Verhoeven e Jordi Viladoms, de resto foi uma dança das cadeiras só, e a etapa terminou assim:
1 - Jonha Street (03:06:56)
2 - Frans Verhoeven (+ 00:03:38)
3 - David Casteu (+ 00:03:40)
4 - Gerard Farres Guell (+ 00:04:30)
5 - Jordi Viladoms (+ 00:05:46)
6 - Daniel Gouet (+ 00:06:02)
7 - Ciryl Despres (+ 00:06:03)
8 - Paul Ullevalseter (+ 00:06:59)
9 - Marc Coma (+ 00:07:08)
10 - Chaleco Lopez (+ 00:07:53)
Quem tá ligado já percebeu que Despres ganhou 1min. em relação à Coma, e a classificação geral ficou assim:
1 - Marc Coma
2 - Ciryl Despres +00:08:14
3 - Chaleco Lopez +00:23:33
4 - Helder Rodrigues +01:01:51
5 - Ruben Faria +01:21:20
6 - Paul Ullevalseter +02:02:17
7 - Juan Pedrero Garcia +02:04:44
8 - Quinn Cody +02:39:40
9 - Jean Azevedo +02:42:55
10 - Ivan Jakes +02:57:32
Restam então 3 etapas e a coisa vai se definindo, mas a briga pela liderança está bem acirrada, ao contrário do ano passado quando Despres a esta altura já "administrava" a vantagem, e a briga ficou no segundo pelotão.
E parece que tá mesmo difícil de desbancar a KTM... são 6 entre as 10 primeiras posições. Ai vai uma imagem de cada uma
Até o próximo!
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Dakar 2011 - Etapa 8
Terminou a pouco a etapa 8!
Na verdade ainda tem gente que vai chegar, e outros que talvez nem cheguem...
rsrsrsrs
Os 10 primeiros foram:
Coma (06:05:02)
Despres (+ 00:01:55)
Chaleco Lopez (+ 00:04:21)
Helder Rodrigues (+ 00:08:38)
Ullevalseter (+ 00:25:03)
Ruben Faria (+ 00:29:06)
Duclos (+ 00:36:10)
Jean Azevedo (+ 00:38:41)
Pedrero Garcia (+ 00:42:28)
Alexix Cody (+ 00:43:27)
Chaleco Lopez ficou sem sinal do Iritrack desde a metade da etapa, e não aparecia nas planilhas de tempo, e Coma também "sumiu" desde o WP9 para "reaparecer" na linha de chegada.
O tal Iritrack nada mais é do que um dispositivo de localização por satélite que contém um módulo de GPS,um inclinômetro, um G-Force Meter, um Modem Voice/Data para conexão com o satélite, e um microprocessador. Ele coleta informações a cada 5 segundos e envia ao satélite a cada 2 min. Alguns modelos possuem microfone e permitem uma conexão de voz entre o piloto e o operador do sistema. Lá fora custa menos de US$400, já em terra brazilis....
E por falar em brazilis, o Jean Azevedo chegou em 8°! Uhuuuu!!! Melhor posição na geral até agora, e é líder na categoria Super Produção acima de 450cc e 9° na geral.
Pra lembrar um pouco a história deste brazuca que faz 37 em Fevereiro, ele participa do Dakar desde 1996, quando terminou em 9° na categoria Marathon, e já em 1997 foi campeão na categoria Production. Nos dois últimos anos havia optado por participar de carro. Sua melhor classificação geral foi 5° em 2003.
A classificação geral após a etapa de hoje é a seguinte:
1 COMA (08:18:52)
2 DESPRES (+ 00:09:19)
3 CHALECO LOPEZ (+ 00:22:48)
4 HELDER RODRIGUES (+ 00:41:42)
5 RUBEN FARIA (+ 01:09:59)
6 ULLEVALSETER (+ 02:02:26)
7 PEDRERO GARCIA (+ 02:03:01)
8 ALEXIS CODY (+ 02:31:36)
9 JEAN DE AZEVEDO (+ 02:40:48)
10 IVAN JAKES (+ 02:55:00)
Restam então 4 etapas, e o tradicionalmente mais "complicado" já passou, ou como se diz na gíria, " daqui pra frente é só descida!", e parece que só quem pode alcançar Marc Coma é Despres e, com menos chances, Chaleco Lopez. Se fosse para apostar a grana que não ganhei na Mega de fim de ano, eu apostaria no espanhol!
Vamos continuar acompanhando...
Na verdade ainda tem gente que vai chegar, e outros que talvez nem cheguem...
rsrsrsrs
Os 10 primeiros foram:
Coma (06:05:02)
Despres (+ 00:01:55)
Chaleco Lopez (+ 00:04:21)
Helder Rodrigues (+ 00:08:38)
Ullevalseter (+ 00:25:03)
Ruben Faria (+ 00:29:06)
Duclos (+ 00:36:10)
Jean Azevedo (+ 00:38:41)
Pedrero Garcia (+ 00:42:28)
Alexix Cody (+ 00:43:27)
Chaleco Lopez ficou sem sinal do Iritrack desde a metade da etapa, e não aparecia nas planilhas de tempo, e Coma também "sumiu" desde o WP9 para "reaparecer" na linha de chegada.
O tal Iritrack nada mais é do que um dispositivo de localização por satélite que contém um módulo de GPS,um inclinômetro, um G-Force Meter, um Modem Voice/Data para conexão com o satélite, e um microprocessador. Ele coleta informações a cada 5 segundos e envia ao satélite a cada 2 min. Alguns modelos possuem microfone e permitem uma conexão de voz entre o piloto e o operador do sistema. Lá fora custa menos de US$400, já em terra brazilis....
E por falar em brazilis, o Jean Azevedo chegou em 8°! Uhuuuu!!! Melhor posição na geral até agora, e é líder na categoria Super Produção acima de 450cc e 9° na geral.
Pra lembrar um pouco a história deste brazuca que faz 37 em Fevereiro, ele participa do Dakar desde 1996, quando terminou em 9° na categoria Marathon, e já em 1997 foi campeão na categoria Production. Nos dois últimos anos havia optado por participar de carro. Sua melhor classificação geral foi 5° em 2003.
A classificação geral após a etapa de hoje é a seguinte:
1 COMA (08:18:52)
2 DESPRES (+ 00:09:19)
3 CHALECO LOPEZ (+ 00:22:48)
4 HELDER RODRIGUES (+ 00:41:42)
5 RUBEN FARIA (+ 01:09:59)
6 ULLEVALSETER (+ 02:02:26)
7 PEDRERO GARCIA (+ 02:03:01)
8 ALEXIS CODY (+ 02:31:36)
9 JEAN DE AZEVEDO (+ 02:40:48)
10 IVAN JAKES (+ 02:55:00)
Restam então 4 etapas, e o tradicionalmente mais "complicado" já passou, ou como se diz na gíria, " daqui pra frente é só descida!", e parece que só quem pode alcançar Marc Coma é Despres e, com menos chances, Chaleco Lopez. Se fosse para apostar a grana que não ganhei na Mega de fim de ano, eu apostaria no espanhol!
Vamos continuar acompanhando...
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