Olá pessoal!
Desculpem por andar sumido, mas é que a vida anda corrida...
Quem acompanhou o lançamento da Ducati Multistrada 1200 e não ficou babando?
Pois saiba que os italianos danados da Ducati lançaram uma versão especial que conseguiu ficar ainda mais bonita!
Trata-se da Multistrada 1200 S Pikes Peak, versão comemorativa à vitória desta moto na Pikes Peak International Hill Climb.
Esta competição anual acontece na cidade de Colorado Springs (Colorado-US), reúne veículos de todos os tipos, dispostos em categorias diferentes, e tem por objetivo chegar ao topo da montanha no menor tempo possível. Em 2010 Greg Tracy pilotando uma Multistrada com plate 555 fez o percurso que sai de 2862m de altitude até 4300m em 11h46,6.
Ficou lindona não é mesmo?
Até o próximo!
quinta-feira, 10 de março de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
Dakar 2011 - Acabou!!!
Marc Coma 1°
Cyril Despres 2°
"Chaleco" Lopez 3°
9605Km depois, sendo 5007Km de especial cronometrada, e decorridos os previstos 15 dias, os pilotos devem estar chegando à capital argentina neste momento.
Dos 170 que largaram, apenas 94 chegaram de volta à Buenos Aires.
Vamos a alguns números...
largaram chegaram
56 KTM (33%) 35 KTM (62,5%)
41 YAMAHA (24%) 22 YAMAHA (54%)
29 HONDA (17%) 20 HONDA (69%)
13 APRILIA (7,5%) 7 APRILIA (54%)
10 BMW (6%) 5 BMW (50%)
6 BETA (3,5%)
4 SHERCO ( 2 SHERCO (50%)
3 JINCHENG 1 JINCHENG (33%)
2 Husaberg
2 KAWASAKI
1 RIEJU 1 RIEJU (100%)
1 HUSQUARNA
1 BULTACO
1 JVO
Por curiosidade... Essa tal Rieju é um fabricante italiano. Usa motor Yamaha, chassi da Sherco, radiador da KTM, e por ai vai... Eis um "Frankenstein" que completou o Dakar 2011!
Bad news!
A má surpresa do dia foi protagonizada por "Chaleco" Lopez, que quebrou o amortecedor traseiro de sua moto, perdeu mais de 1h, terminou a etapa em 90° lugar e cedeu 3° lugar na geral para Helder Rodrigues.
A opinião geral é de que este ano a competição ficou mais técnica, prevalecendo a capacidade do piloto sobre a capacidade da moto.
Alguns dizem que o Dakar ficou "mole", e que o pessoal tá até andando mais devagar, mas vejam que a velocidade média de Marc Coma, considerando todas as etapas cronometradas, foi de 99km/h, e em 1998, último ano em que uma Cagiva competiu, Peterhansel percorreu os 5219Km cronometrados em 62h39m, O que dá uma velocidade média de 83km/h. Então...?
Penso que o Dakar mudou. Mas é preciso mudar! É preciso acompanhar a tecnologia de modo que a competição ofereça desafios condizentes e coerentes. Mas é claro que os mais "antigos" e conservadores... tem gente que prefere uma Cagiva ao invés de uma BMW (rsrsrsrsrs)!
E os brazucas?
Zé Hélio abandonou na 6ª etapa, quando fraturou a clavícula no km 55 da especial daquele dia. E o Vicente abandonou na 10ª etapa por problemas mecânicos. Jean de Azevedo, nosso mais experiente piloto, conquistou um 3° na etapa de hoje e terminou com um belo 7° na geral, igualando suas outras duas melhores classificações de 2003 e 2005.
Vamos ver os gráficos?
Este é a classificação dos principais pilotos em cada uma das etapas.
Este é o tempo de cada piloto em relação ao líder na geral.
Este é a quantidade de motos por fabricante entre as 10 primeiras na geral
E o reinado continua...
Pois é, parece que mesmo com as "iniciativas" da organização, a KTM continua absoluta na competição.
Para relembrar... Conquistou a primeira vitória em 2001 nas mãos de Fabrizio Meoni, e desde então só venceu. Naquele ano das 20 primeiras apenas uma única moto era de outro fabricante. Este ano superou a histórica marca de 9 vitórias da Yamaha.
Este ano ainda tivemos 43 motos acima de 450cc, das quais apenas 4 eram de outa marca.
Vamos fazer uma brincadeira? E se não tivesse KTM no Dakar? Ficaria assim:
1° Helder RODRIGUES (PRT) YAMAHA 05:05:20
2° Chaleco LOPEZ (CHL) APRILIA +00:29:25
3° Quinn CODY (USA) HONDA +03:11:50
4° Johan STREET (USA) YAMAHA +05:00:55
5° Daniel GOUET (CHL) HONDA +07:11:24
6° Jordi VILADOMS (ESP) YAMAHA +05:31:47
7° Franz VERHOEVEN (BEL) BMW +05:42:32
8° Javier PIZZOLITO (ARG) HONDA +06:18:01
9° Jose PELLICER (ESP) YAMAHA +08:06:43
10° Mathieu SERRADORI (FRA) HONDA +08:45:36
2° Chaleco LOPEZ (CHL) APRILIA +00:29:25
3° Quinn CODY (USA) HONDA +03:11:50
4° Johan STREET (USA) YAMAHA +05:00:55
5° Daniel GOUET (CHL) HONDA +07:11:24
6° Jordi VILADOMS (ESP) YAMAHA +05:31:47
7° Franz VERHOEVEN (BEL) BMW +05:42:32
8° Javier PIZZOLITO (ARG) HONDA +06:18:01
9° Jose PELLICER (ESP) YAMAHA +08:06:43
10° Mathieu SERRADORI (FRA) HONDA +08:45:36
Estou pensando em propor à organização uma nova regra para dar mais "competitividade" à prova: É proibido usar motos cujo nome do fabricante inicie com "K".
Que acham?
Até o próximo!
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Dakar 2011 - Etapa 9
A etapa de hoje foi... sui generis!
Desculpem mas foi esta a expressão mais adequada que encontrei.
A 9ª etapa saiu de Copiapó e voltou a Copiapó!
Foi um "passeio" de 235Km pelo Atacama.
Às 08h30 a largada foi mais ou menos alinhada!
Como todos sabem, no Dakar o primeiro a largar é o melhor classificado na etapa anterior, e os demais vão saindo, seguindo a mesma ordem, a intervalos de 2min. Pois hoje foi diferente.
No estilo motocross, largaram alinhados os 10 melhores classificados na geral, depois, a intervalos de 5min., largavam alinhados grupos de 20 motos.
E ai começou a bagunça...
Os únicos que se mantiveram entre os 10 primeiros do início ao final foram Frans Verhoeven e Jordi Viladoms, de resto foi uma dança das cadeiras só, e a etapa terminou assim:
1 - Jonha Street (03:06:56)
2 - Frans Verhoeven (+ 00:03:38)
3 - David Casteu (+ 00:03:40)
4 - Gerard Farres Guell (+ 00:04:30)
5 - Jordi Viladoms (+ 00:05:46)
6 - Daniel Gouet (+ 00:06:02)
7 - Ciryl Despres (+ 00:06:03)
8 - Paul Ullevalseter (+ 00:06:59)
9 - Marc Coma (+ 00:07:08)
10 - Chaleco Lopez (+ 00:07:53)
Quem tá ligado já percebeu que Despres ganhou 1min. em relação à Coma, e a classificação geral ficou assim:
1 - Marc Coma
2 - Ciryl Despres +00:08:14
3 - Chaleco Lopez +00:23:33
4 - Helder Rodrigues +01:01:51
5 - Ruben Faria +01:21:20
6 - Paul Ullevalseter +02:02:17
7 - Juan Pedrero Garcia +02:04:44
8 - Quinn Cody +02:39:40
9 - Jean Azevedo +02:42:55
10 - Ivan Jakes +02:57:32
Restam então 3 etapas e a coisa vai se definindo, mas a briga pela liderança está bem acirrada, ao contrário do ano passado quando Despres a esta altura já "administrava" a vantagem, e a briga ficou no segundo pelotão.
E parece que tá mesmo difícil de desbancar a KTM... são 6 entre as 10 primeiras posições. Ai vai uma imagem de cada uma
Até o próximo!
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Dakar 2011 - Etapa 8
Terminou a pouco a etapa 8!
Na verdade ainda tem gente que vai chegar, e outros que talvez nem cheguem...
rsrsrsrs
Os 10 primeiros foram:
Coma (06:05:02)
Despres (+ 00:01:55)
Chaleco Lopez (+ 00:04:21)
Helder Rodrigues (+ 00:08:38)
Ullevalseter (+ 00:25:03)
Ruben Faria (+ 00:29:06)
Duclos (+ 00:36:10)
Jean Azevedo (+ 00:38:41)
Pedrero Garcia (+ 00:42:28)
Alexix Cody (+ 00:43:27)
Chaleco Lopez ficou sem sinal do Iritrack desde a metade da etapa, e não aparecia nas planilhas de tempo, e Coma também "sumiu" desde o WP9 para "reaparecer" na linha de chegada.
O tal Iritrack nada mais é do que um dispositivo de localização por satélite que contém um módulo de GPS,um inclinômetro, um G-Force Meter, um Modem Voice/Data para conexão com o satélite, e um microprocessador. Ele coleta informações a cada 5 segundos e envia ao satélite a cada 2 min. Alguns modelos possuem microfone e permitem uma conexão de voz entre o piloto e o operador do sistema. Lá fora custa menos de US$400, já em terra brazilis....
E por falar em brazilis, o Jean Azevedo chegou em 8°! Uhuuuu!!! Melhor posição na geral até agora, e é líder na categoria Super Produção acima de 450cc e 9° na geral.
Pra lembrar um pouco a história deste brazuca que faz 37 em Fevereiro, ele participa do Dakar desde 1996, quando terminou em 9° na categoria Marathon, e já em 1997 foi campeão na categoria Production. Nos dois últimos anos havia optado por participar de carro. Sua melhor classificação geral foi 5° em 2003.
A classificação geral após a etapa de hoje é a seguinte:
1 COMA (08:18:52)
2 DESPRES (+ 00:09:19)
3 CHALECO LOPEZ (+ 00:22:48)
4 HELDER RODRIGUES (+ 00:41:42)
5 RUBEN FARIA (+ 01:09:59)
6 ULLEVALSETER (+ 02:02:26)
7 PEDRERO GARCIA (+ 02:03:01)
8 ALEXIS CODY (+ 02:31:36)
9 JEAN DE AZEVEDO (+ 02:40:48)
10 IVAN JAKES (+ 02:55:00)
Restam então 4 etapas, e o tradicionalmente mais "complicado" já passou, ou como se diz na gíria, " daqui pra frente é só descida!", e parece que só quem pode alcançar Marc Coma é Despres e, com menos chances, Chaleco Lopez. Se fosse para apostar a grana que não ganhei na Mega de fim de ano, eu apostaria no espanhol!
Vamos continuar acompanhando...
Na verdade ainda tem gente que vai chegar, e outros que talvez nem cheguem...
rsrsrsrs
Os 10 primeiros foram:
Coma (06:05:02)
Despres (+ 00:01:55)
Chaleco Lopez (+ 00:04:21)
Helder Rodrigues (+ 00:08:38)
Ullevalseter (+ 00:25:03)
Ruben Faria (+ 00:29:06)
Duclos (+ 00:36:10)
Jean Azevedo (+ 00:38:41)
Pedrero Garcia (+ 00:42:28)
Alexix Cody (+ 00:43:27)
Chaleco Lopez ficou sem sinal do Iritrack desde a metade da etapa, e não aparecia nas planilhas de tempo, e Coma também "sumiu" desde o WP9 para "reaparecer" na linha de chegada.
O tal Iritrack nada mais é do que um dispositivo de localização por satélite que contém um módulo de GPS,um inclinômetro, um G-Force Meter, um Modem Voice/Data para conexão com o satélite, e um microprocessador. Ele coleta informações a cada 5 segundos e envia ao satélite a cada 2 min. Alguns modelos possuem microfone e permitem uma conexão de voz entre o piloto e o operador do sistema. Lá fora custa menos de US$400, já em terra brazilis....
E por falar em brazilis, o Jean Azevedo chegou em 8°! Uhuuuu!!! Melhor posição na geral até agora, e é líder na categoria Super Produção acima de 450cc e 9° na geral.
Pra lembrar um pouco a história deste brazuca que faz 37 em Fevereiro, ele participa do Dakar desde 1996, quando terminou em 9° na categoria Marathon, e já em 1997 foi campeão na categoria Production. Nos dois últimos anos havia optado por participar de carro. Sua melhor classificação geral foi 5° em 2003.
A classificação geral após a etapa de hoje é a seguinte:
1 COMA (08:18:52)
2 DESPRES (+ 00:09:19)
3 CHALECO LOPEZ (+ 00:22:48)
4 HELDER RODRIGUES (+ 00:41:42)
5 RUBEN FARIA (+ 01:09:59)
6 ULLEVALSETER (+ 02:02:26)
7 PEDRERO GARCIA (+ 02:03:01)
8 ALEXIS CODY (+ 02:31:36)
9 JEAN DE AZEVEDO (+ 02:40:48)
10 IVAN JAKES (+ 02:55:00)
Restam então 4 etapas, e o tradicionalmente mais "complicado" já passou, ou como se diz na gíria, " daqui pra frente é só descida!", e parece que só quem pode alcançar Marc Coma é Despres e, com menos chances, Chaleco Lopez. Se fosse para apostar a grana que não ganhei na Mega de fim de ano, eu apostaria no espanhol!
Vamos continuar acompanhando...
Dakar 2011 - antes tarde do que nunca...
Infelizmente não pude acompanhar o Dakar 2011 até ontem.
Infelizmente por um lado! Estive em férias e esqueci que existem computadores...
Mas tão logo voltei ao mundo “normal” procurei o máximo de informações, e compartilho algumas aqui.
Até o momento já foram percorridas 7 das 13 etapas. E estamos no meio da 8ª etapa.
Até ontem os 10 primeiros eram:
1 Marc COMA (ESP) KTM 00:00:00
2 Cyril DESPRES (FRA) KTM 00:07:24
3 Francisco LOPEZ CONTARDO (CHL) APRILIA 00:18:27
4 Helder RODRIGUES (PRT) YAMAHA 00:33:04
5 Ruben FARIA (PRT) KTM 00:40:53
6 Frans VERHOEVEN (BEL) BMW 01:14:10
7 Juan PEDRERO GARCIA (ESP) KTM 01:16:33
8 Stefan SVITKO (SVK) KTM 01:16:54
9 Jordi VILADOMS (ESP) YAMAHA 01:20:11
10 Pal Anders ULLEVALSETER (NOR) KTM 01:37:23
Fiz algumas análises do desempenho e classificação até agora, e como gosto de gráficos...
Conquistaram etapas Coma (3), Despres (3) e “Chaleco” Lopez (1).
Despress cometeu um erro na 4ª etapa que está custando a liderança. Logo após a largada retornou para apanhar um par de luvas, e isso lhe custou penalização de 10min.
A medida que as etapas vão se sucedendo a diferença de tempo entre as posições tende a aumentar, mas Despres e Lopez estão conseguindo diminuí-las, enquanto Ruben Faria e Helder Rodrigues se esforçam para não deixar os tempos aumentarem.
Com a entrada do rally nos terrenos de deserto é notável algumas mudanças de desempenho. Ullevalseter, por exemplo, conseguiu tempos bem melhores neste tipo de terreno.
Uma dica. O site oficial foi remodelado e, sabendo procurar, trás quantidade e qualidade de informação bem maior do que no ano passado.
Vamos ficar por aqui, acompanhando a 8ª etapa.
Prometo posts mais frequentes.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Dakar 2011. Está chegando!!!
Como todo mundo já sabe, a KTM está de volta com duas equipes oficiais, a Red Bull, de Despress e Ruben Faria, e a MRW de Coma e Juan Garcia Pedrero.
Esta ano o número de motos aumentou para 183, sendo 62 KTM, 43 Yamaha, 33 Honda, 13 Aprilia, 9 BMW, 8Beta, 3 Husaberg, 3 Jincheng, 3 Kawasaki, 3 Sherco, 1 Bultaco, 1 Husquarna e 1 JVO.
E os pilotos são 31 franceses, 30 argentinos, 19 espanhois, 14 italianos, 12 chilenos, 12 Holandeses (que os franceses chamam de “Pays-Bas”), 8 ppotugueses, 6... e por ai vai.
Consegui identificar 7 mulheres pelo nome, mas como os nomes as vezes enganam... pode ser que tenha mais.
Além da mudança que obriga todos os pilotos da elite da ASO a usarem motos de no máximo 450cc, liberando para os demais o uso de motores maiores, mas com aquele dispositivo que limita a entrada de ar, e por consequência a potência e desempenho dos grandões, este anos tem também mudanças na navegação. Em cada especial, o road-book inclui vários way-points (WPM) ocultos, dos quais os concorrentes devem aproximar-se, a fim de validar a sua passagem. No final do estágio, quem deixar de passar por todos estes way-points é penalizado. Até o ano passado, os tais WPM ocultos apareciam no GPS a partir do momento em que se estivessem dentro de um raio de 3 km do WPM. Agora, eles terão que chegar mais perto, pois o WPM só vai aparecer quando estiverem a 800 m do WPM. E vale lembrar que isso já deu confusão para o Marc Coma no rally do Marrocos.
Falando ainda da limitação em 450cc, a organização diz que a primeira consequência desta mudança foi a participação de muitos construtores capazes de competir em condição de equilíbrio com as KTM, tais como Yamaha, Honda, BMW, Aprilia ou Sherco. Parece que tá dando certo, pois no ano passado, das 151 motos que largaram metade era KTM, e em 2011 isso caiu para 1/3.
Tem rolado por ai em vários blogs a notícia de que em 2012 o Dakar teria início no Rio de Janeiro e terminaria no Peru. Ettienne Lavigne, disse que já fez reuniões com os governos e, inclusive, avaliou possíveis rotas por onde a prova passaria, e que a ASO está aguardando um retorno e interesse por parte dos países envolvidos para poder viabilizar a prova. Por enquanto não tem nada de oficial, mas ...
Vamos ficar de olho.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
XTZ 250... pobrezinha!!! de Ténéré mesmo só veio o nome...
Então... já está nas concessionárias a nova Yamaha XTZ 250 Ténéré, exclusiva para o mercado brasileiro.
Como diz o nosso amigo Ruy, "uma bicicletinha".
Todo mundo esperava, pelo menos, uma versão Ténéré da 660, mas a "pobrezinha" veio 250...
Mesmo motorzinho da Lander, espremido para dar 21cv, e tanquinho de 16l.
No Brasil família Ténéré ficou conhecido pelas saudosas Ténéré 600 e a Super Ténéré 750, que até hoje são sinônimo de aventura.
Eu mesmo tive uma 2GV 1990 antes do Cagivão. Com ela qual fui ao Uruguay e passei gostosos 15 dias pescando e acampando, mas essa história é meio longa e fica para outro post...
Yamaha e Ténéré tem uma história originalmente bastante ligada ao Dakar.
A Yamaha foi a vencedora da primeira edição em 1979 com uma XT500 pilotada por Ciryl Neveu, e fez a festa na década de 90, quando só perdeu para a Cagiva (huhuuuu!!!).
As primeiras Ténéré foram produzidas em 1983.
Seguiram sendo produzidas até 1993. Dizem que lá fora ainda se produziu até 1996, mas em terras tupiniquins, depois de 93 só a 750 Super, que sobreviveu até 1996 (aquela roxinha... lembram?).
E recentemente a Yamaha resolveu então relançar a "brand" Ténéré, com a Super1200 e a 660.
Que mania que brasileiro tem de pensar pequeno né...
até o próximo!
PS. (21/11 13h49) - Alguém assistiu a reportagem do Auto Esporte na Rede Globo? Algum comentário?
Como diz o nosso amigo Ruy, "uma bicicletinha".
Todo mundo esperava, pelo menos, uma versão Ténéré da 660, mas a "pobrezinha" veio 250...
Mesmo motorzinho da Lander, espremido para dar 21cv, e tanquinho de 16l.
No Brasil família Ténéré ficou conhecido pelas saudosas Ténéré 600 e a Super Ténéré 750, que até hoje são sinônimo de aventura.
Eu mesmo tive uma 2GV 1990 antes do Cagivão. Com ela qual fui ao Uruguay e passei gostosos 15 dias pescando e acampando, mas essa história é meio longa e fica para outro post...
Yamaha e Ténéré tem uma história originalmente bastante ligada ao Dakar.
A Yamaha foi a vencedora da primeira edição em 1979 com uma XT500 pilotada por Ciryl Neveu, e fez a festa na década de 90, quando só perdeu para a Cagiva (huhuuuu!!!).
As primeiras Ténéré foram produzidas em 1983.
Seguiram sendo produzidas até 1993. Dizem que lá fora ainda se produziu até 1996, mas em terras tupiniquins, depois de 93 só a 750 Super, que sobreviveu até 1996 (aquela roxinha... lembram?).
E recentemente a Yamaha resolveu então relançar a "brand" Ténéré, com a Super1200 e a 660.
Que mania que brasileiro tem de pensar pequeno né...
até o próximo!
PS. (21/11 13h49) - Alguém assistiu a reportagem do Auto Esporte na Rede Globo? Algum comentário?
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